Cuide para não precisar de medicamentos para colesterol

Postado por Metafit Fitness Sport em 28/02/2019

Depois da visita ao médico, a prescrição: dieta e academia. Pelo menos, por enquanto, você ficou livre dos remédios para controlar o colesterol e, se quiser continuar assim, precisa encontrar logo uma academia ou uma atividade física que caiba na agenda. O que, no começo, pode parecer difícil, tem tudo para se tornar um prazer.

Quem insiste, no entanto, só tem a comemorar. Os efeitos positivos dos exercícios físicos são inúmeros para a saúde e, a cada dia, sai um dado novo, revelando associações que pareceriam impensáveis tempos atrás (como a melhora da memória ou o aumento da segurança emocional nas pessoas que treinam diariamente). Em se tratando de colesterol, os benefícios quase pedem uma calculadora para serem somados: os exercícios evitam o acúmulo de gordura no organismo e ainda mantêm o sistema cardiorrespiratório mais saudável, com maior capacidade de bombeamento do sangue.

A diminuição nos níveis de gordura não acontece apenas devido ao aumento na queima calórica de quem treina. “A prática de exercícios também incentiva a produção de enzimas que controlam a quantidade da gordura circulante no organismo. Quanto mais exercícios, maior a quantidade destas enzimas e, portanto, menor o risco de doenças do coração”.

Apesar de muito eficientes e indispensáveis em muitos casos, os medicamentos não conseguem aumentar os níveis de colesterol bom (HDL) com a mesma eficiência dos treinos aeróbios, se eles forem praticados regularmente no começo, o ideal é treinar meia hora por dia, de acordo com o cardiologista.

Treino perfeito

Receita para quem busca mais saúde a partir da atividade física. “O melhor exercício de todos é aquele que dá prazer. Só com ele você mantém a prática e abandona de vez a vida sedentária”, afirma. Feita a escolha, o acompanhamento de um médico e de um educador físico qualificado pode ajudar a obter resultados mais eficientes. Entre os pontos em que vale a pena ficar de olho, estão:

Regularidade

O importante é praticar a sua atividade física, ao menos, três vezes por semana. Só assim seu corpo começa a responder ao novo ritmo, mais ativo, e as taxas de colesterol passam a entrar nos eixos.

Intensidade

Não é o caso de terminar o treino com a língua para fora. Mas também não dá para treinar, ler revista e papear, tudo ao mesmo tempo. O ideal é que o treino cause um desgaste no seu limite de esforço. Se alguém perguntar as horas, você precisa ter condições de responder, sem precisar parar. Mas contar os detalhes da noitada enquanto corre só indica uma coisa: está na hora de intensificar o seu programa.

Duração

Intensidade e duração devem ser trabalhadas lado a lado. Você pode aumentar a duração de um treino e diminuir na intensidade de esforço. Ou aumentar o esforço e diminuir a duração. São formas diferentes de estímulo que, junto ao seu médico e um professor de Educação Física, você deve variar para manter o corpo num estado de desafio permanente.

Malhando o colesterol

Em nosso sangue, existem basicamente dois tipos de colesterol: o LDL (conhecido como ruim, porque pode ficar depositado nas artérias e provocar o entupimento delas) e o HDL, chamado bom, porque diminui o acúmulo de gordura. Na situação ideal, as taxas de HDL, portanto, devem ser dominantes e os exercícios físicos ajudam muito nisso. Veja abaixo algumas opções, sugeridas pelo professor de Educação Física.

Na academia

Aposte em esteira e bike: até que suas taxas de colesterol entrem nos eixos, o melhor é focar nos treinos aeróbios, que aumentam os níveis de HDL (o colesterol que faz uma espécie de faxina nas suas artérias, varrendo as placas de gordura para fora).

E a musculação?

Depois de estabiliza as taxas de colesterol, levantar peso é uma boa ideia. Isso porque os músculos fazem parte dos chamados “tecidos inteligentes”, queimando calorias no repouso (a queima demanda energia que, gasta, não se acumula sob a forma de gordura).

Além disso, os músculos músculos favorecem a produção de enzimas que retiram as gorduras chamadas triglicérides do sangue, reduzindo ainda mais o LDL. “Mas, como a musculação não trabalha no aumento do HDL, preferimos indicar os treinos aeróbios no início de um tratamento”.

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